23.1.06

Longe da pátria amada: a odisseia dos soaristas em Paris.

Foi uma tarefa hercúlea, escolher o novo quartel-general dos opositores no exílio. O Vital, que está na Resistência de Coimbra, recomendou-nos o Crillon. Os outros queriam o George V, por causa do spa. Mas graças a Deus o velhote exigiu morar na Rive Gauche, e votámos no L'Hotel. Não é totalmente mau para conspirar. Sempre fica em Saint-Germain des Prés, a dois passos do Jardin du Luxembourg e do Les Deux Magots, foi decorado pelo Jacques Garcia e, last but not the least, recebeu entre os seus hóspedes gente da cultura e das letras, como o Jorge Luis Borges ou o Oscar Wilde. Não se compara ao remanso do lar, isso é verdade. Mas, como diz o Alfredo, podia ser bem pior: quem foi nas cantigas do Alegre, está agora a caminho da Argélia.

5 Comments:

Anonymous Anónimo said...

argélia. em português é argélia.

1:14 da manhã  
Blogger Luis M. Jorge said...

Tem razão, meu caro. Estes malditos franceses induziram-me em erro.

1:23 da manhã  
Blogger SeraphimoftheHolyMountainAthos said...

Look, yo. You need to start lookin at the way you be livin. Seriously, man, if you don't become poor, you can't be comin into the kingdom of God. Seriously. Look a that crib man! Don't put yo trust in wealth and stuff. Trust in God.

Pax, yo.

1:26 da manhã  
Blogger Luis M. Jorge said...

yo.

1:28 da manhã  
Anonymous Giz said...

Foram as eleições do Senhor Silva e do Senhor Alegre; e lá ficou um Senhor Feliz e o outro Senhor Contente.

Giz.

2:49 da manhã  

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