21.1.06

Mas claro, nós temos o Expresso.

Uma das razões que me levam a ler o The Economist é a pura qualidade da escrita. Hoje, por exemplo, encontrei este parágrafo a respeito de um médico que é também senador do Oklahoma:

"He wants to return to his preferred profession of medicine once he has served two terms. He delivered 400 babies while in the House and would still spend his weekends pulling them out if the Senate Ethics Comittee hadn't decided that the profession of delivering babies was incompatible with the profession of kissing them".

Em quase todos os artigos há duas ou três frases com este sotaque oxbridge, elegantes, bem torneadas, com um humor muito eduardiano e irresistíveis doses de understatement. Lamentavelmente, desconhecem o João Pereira Coutinho.

2 Comments:

Blogger on said...

Acho que o economist anda bastante mais tendencioso do que era habitual. Longe vão os tempos em que se atrevia a criticar o Berlusconi.
Ando a pensar seriamente em não renovar a minha subscrição.

5:27 da tarde  
Blogger Luis M. Jorge said...

Não concordo consigo, on. Salvo erro é neste número que, muito apropriadamente, criticam o parlamento italiano por ter permitido a Berlusconi escapar a outro julgamento.

5:33 da tarde  

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