14.3.06

Why foreigners love us. (As inglesas e o sexo).


An opinion poll of young men recently asked which of the Continent's women they would most like to sleep with. Italian and french girls took the honours, but there was a strong showing from the Swedish ladies, even if they're likely to harangue you about Third World debt and gender inequalities before, after, or even during the act of intercourse. British girls were nowhere in sight, but we should not reflect too sadly upon this - because there was another question a little further down the page, and our babes won by a mile. It asked, which country's women have you already slept with? Absolutely no contest.

This propensity of British girls to give of themselves, selflessly, over and over again, their minds seemingly unpoisened by even the vaguest notion of discrimination, is excellent news for our tourism industry (...).

In The Spectator, Sex and Society Special Issue.

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

O que eu gostava de saber é: as inglesas discriminam os ingleses quando se trata de sexo? Consigo imaginar que, dada a escolha que a ilha lhes oferece, muitas mulheres se atirariam nos braços do primeiro francês, espanhol, italiano, maltês, até mesmo português... Se for esse o caso o artigo alardeia uma pretensa "facilidade" das inglesas que não será totalmente verdadeira, aplicando-se apenas a homens estrangeiros. É uma possibilidade a ter em conta, numa ilha que é como todas as ilhas um espaço limitado, certamente com muitos casos de inbreeding, e em que as pessoas (homens e mulheres) são considerados bonitos "in a horsey sort of way".

CC

4:43 da tarde  
Blogger Luis M. Jorge said...

Por aquilo que percebi, por volta das sete e meia da tarde, num pub, e com três ou quatro pints na barriguinha, elas não descriminam propriamente ninguém. O que inclui naturalmente os ingleses. Mas isso não quer dizer que sejam mais fáceis, o que quer que isso signifique. A minha explicação é outra: Londres é uma das cidades maiores e mais cosmopolitas do mundo - se não a mais cosmopolita, depois do onze de Setembro. Quando se trabalha e estuda ao lado de gente de todas as nacionalidades, para quê escolher? Acho que a notícia é uma pura consequência da geografia e da sociologia, e não do temperamento britânico.

8:36 da tarde  

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