29.7.06

Call a stop now, without conditions - diz mais um bastião do anti-semitismo internacional.

Cá em casa, como sabem, só se lê imprensa da Esquerda radical: o Financial Times, o Le Monde, o The Economist, e outros títulos que desconhecem as virtudes do liberalismo clássico e do apoio a Israel. Não espanta, por isso, ver nos textos citados por este blog tanta aversão às vibrantes reflexões da nossa melhor intelectualidade. Esta semana foi o The Economist, inspirado pelos Protocolos de Sião, a publicar em editorial o trecho que se segue:

Stuck in Lebanon

(...) Israel's air force has pounded every corner of that wretched country, killing hundreds of civilians and putting hundreds of thousands to flight, for more than two weeks. Yet this has not stopped Hizbullah from sending about 100 rockets a day in the opposite direction. All of Israel's efforts so far to kill Mr Nasrallah have failed as well. And so, of course, have its attempts to force Lebanon's government to take him on itself. If the mighty Israelis are not capable of defeating the Arabs' new Saladin, why should one of the region's most feeble and divided governments dare to try?

(...)A war that neither sides dare to loose and both believe it can win is a perilous thing. Apart from prolonging the killing, it risks escalating and spreading. How long before Syria and Iran try to restock Mr Nasrallah's arsenal and Israel tries to stop them? Even the pro-American Saudis are finding it hard to sit on the sidelines while the hated Zionists knock the stuffing out of Lebanon (...) Whatever the rights and wrongs of this particular new fight, America's perceived partiality to Israel is a gaping hole in its policy in the Middle East. It should avoid widening it. (...)

Call a stop now, without conditions.

The right thing for America is to call for an immediate stop to the fighting, postponing its plans for the reordering of Lebanon until the period after the guns fall silent. This may not lead soon, or ever, to the disarming of Hizbullah, which means that Lebanon will remain unstable and Israel will still feel threatened. Nor would such an ending deal the desired blow to Hamas and Iran, which will continue to work against a negotiated Israeli peace with Palestine. But the truth is that Israel's military campaign shows little sign of being able to achieve these goals either. (...)

Há mais para ler no artigo, mas tenho hoje um jantar-comício a que não posso faltar.

1 Comments:

Anonymous Harpad said...

Face aos acontecimentos actuais, resta-nos concluir que o Líbano não existe. É um campo de batalha onde governos travam guerras sujas fora dos seus territóros nacionais, nese caso sendo os de Israel, Síria e Irão. O governo libanês não é mais do que uma fraude, ou, na melhor das hipóteses, um senhorio condescendente. Como todas as guerras, principalmente as que têm marcado o Médio Oriente, esta nada trará de novo excepto mais ódio e acima de tudo a destruição daquilo que a ética politico-militar chama displicentemente à vida humana: Os Colaterais. Os libaneses mortos, afinal, não passam disto mesmo: Danos Colaterais. Os libaneses são simples elementos necessário para compor um cenário de guerra. Indivíduos dispensáveis, abaixo mesmo do valor de uma célula estaminal.

1:46 da tarde  

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