7.9.06

Envoy.

A partir de certa altura estamos sempre a despedirmo-nos das pessoas que amamos. Esse sentimento não chega para abafar os ruídos do mundo, mas acrescenta-se a eles. Continuamos a rir e a lutar, mas o nosso riso é pungente e os nossos combates são desamparados. Queremos fazer alguma coisa, talvez salvar a humanidade ou fazer com que se perca: para os que se vão embora não existe diferença entre quem cria uma vacina e quem constrói um campo de concentração.