20.10.06

Do mérito.

Concordo com este post do Pedro Correia: demasiados americanos ganharam o Nobel da Literatura. Depois de Pamuk, a Academia Sueca devia procurar um pretinho homossexual exilado em França, apoiante da causa palestiniana e autor de uma obra comovedora sobre os crimes bárbaros de Guantanamo. Uma combinação feliz, digamos assim, entre James Baldwin e Alexandre Soljenitsine.