22.12.06

Na grande literatura, os provocadores são invariavelmente pungentes: Falstaff, Moll Flanders, Charlus. Somos capazes de os amar pela nostalgia que os chama sem repouso, mas à qual decidem sempre escapulir-se. Com eles aprendemos que as boas, e não as más memórias, são as mais dolorosas.